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sábado, 10 de maio de 2014

A Luta do Bem contra o Mal

Dr. Renato Luiz de Jesus
Bacharel em Direito pela Universidade Metropolitanas de Santos - UNIMES (2001). 
Mestrando em Direitos Difusos e Coletivos pela Universidade Metropolitana de Santos (2011). 
Advogado militante atua nas áreas de direito criminal (com ênfase em Tribunal do Júri), Direito Eleitoral e Direito Civil


Algum tempo atrás, disse o mestre Ruy Barbosa: “ De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer as injustiças, de tanto ver as desigualdades, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos maus; o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.
A previsão do nosso Águia de Haia se concretiza no Brasil hodierno, todavia, não só pelas ocorrências por ele citadas.



Outros fatores colaboraram, e muito, para que o bem começasse a sucumbir diante da estratégia avassaladora do mal.

Com a capacidade de sonhar bloqueada por informações degradantes que invadem os lares, todos os dias, as pessoas descrentes da vitória passaram a valorizar a destruição.

O absurdo é divulgado, torna-se comum, se acomoda e até deixa de ser considerado tão absurdo como antes.

Vejam as guerras por nada, o caso do World Trade Center, os menores explorados, os pobres excluídos, os humilhados por abuso de autoridades, a fome de comida, a fome de cultura, a fome de boa informação, a fome de amor... E o pior é que tudo isso, se não é aceito, ao menos e pacificamente tolerado.

Com isso sofrem o nascituro, a criança o jovem, o louco, o moribundo, enfim, todos, pois estamos sujeitos à violência que macula nossa própria essência.

Mas há um novo avatar.

O filósofo Rousseau já afirmava que o homem nasce bom.

É chegada a hora de virarmos o jogo, de expurgarmos a ojeriza da nossa sociedade, pois o povo clama por um basta.

Nossa Constituição Cidadã não foi assim apelidada por acaso. Em seu artigo 1º., inciso III, elenca como um dos princípios fundamentais da República a “dignidade da pessoa humana “. Isso significa não só a simples proteção da vida como outrora, sinônimo de existência. Agora, se faz mister propiciar uma vida com qualidade.

Sabemos que existem diversos abnegados e ONG´s que vêm trabalhando, embora de maneira isolada, para alcançar este desiderato.

Precisamos trocar experiências, unir esforços, formar uma grande rede e, juntos, começarmos a plantar sementes de amor.

Isso também é cuidar da segurança pública. È Garantir uma melhor qualidade de vida por intermédio da sensação de segurança só verificável onde há políticas efetivas.

“ É hora de virar o jogo, pois o povo clama por um basta “

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